Conexão RJT
Porca RJT
Macho Solda RJT
Niple Solda RJT
Macho Adaptador RJT
Niple Adaptador RJT

Conexão RJT

A Conexão RJT é produzida em Aço Inox 304 ou 316. É utilizada na transferência e controle de líquidos em condições sanitárias nas indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, esses produtos são projetados e construídos de forma a não reter resíduos ou gerar contaminações nas linhas de processos.
Possui excelente resistência a corrosão e ainda recebe mais um trabalho de polimento tornando sua superfície de contato ainda mais lisa e higiênica.

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    Características

    É fornecida em aço inox AISI 304 e 316  e as suas vedações são fornecidas em borracha grau alimentício nos padrões Buna-N, EPDM, Silicone e em Viton.

    Nossa Conexão RJT atende os mais altos padrões e normas sanitárias específicas, devido ao seu emprego e utilização que requerer um alto grau de confiabilidade e higiene.

    *Tamanho disponível da Conexão RJT a partir de 3/4″ até 4″ outras medidas conforme projeto.

    *Imagens meramente ilustrativa.

    Medidas: Conexão RJT

    União RJT: o padrão britânico das cervejarias

    A união RJT (Ring Joint Type) veio da indústria britânica de bebidas e leite e está presente no Brasil sobretudo em cervejarias e em equipamentos de origem inglesa. Como a DIN e a SMS, é rosqueada com porca circular — mas o que a distingue é a vedação por anel de seção redonda alojado em canaleta, que trabalha comprimido entre as duas faces.

    • Unidade macho — com a canaleta onde o anel se aloja.
    • Unidade fêmea — face plana que comprime o anel.
    • Porca circular ranhurada — aperto com chave gancho.
    • Anel de vedação RJT — seção redonda, dimensão própria do padrão.

    Fornecemos em AISI 304 e 316, de 3/4″ a 4″, e outras medidas conforme projeto.

    Por que a RJT exige atenção na higienização

    O anel de seção redonda, quando comprimido, tende a deixar uma pequena fresta entre a canaleta e a face — um ponto onde produto pode ficar retido se o anel estiver gasto, endurecido ou fora de medida. Por isso, em linhas RJT o controle de troca de anéis pesa mais do que em outros padrões: um anel que já perdeu elasticidade veda na pressão positiva, mas retém resíduo e pode contaminar o lote seguinte. Regra prática: anel com deformação permanente visível não volta para a linha.

    Qual anel de vedação escolher

    Em cervejaria o regime é CIP com soda e ácido, água quente, CO2 e mosto — e é isso que define o elastômero:

    Elastômero Faixa de trabalho típica Onde vai bem Onde falha
    Buna-N (NBR) −30 °C a +100 °C Gorduras e óleos vegetais e animais, produtos neutros, água Vapor e soda cáustica quente por tempo prolongado
    EPDM −40 °C a +140 °C CIP com soda e ácido, água quente, vapor, leite, cerveja e sucos Contato com gorduras e óleos — incha e perde a vedação
    Silicone (VMQ) −60 °C a +200 °C Temperatura alta, produtos neutros, aplicações que exigem atoxicidade Abrasão e rasgo — é o de menor resistência mecânica
    Viton (FKM) −20 °C a +200 °C Óleos, gorduras, solventes e ácidos concentrados Vapor e soda quente

    Para mosto, cerveja e CIP, o EPDM é a escolha natural. Onde houver óleo de lúpulo em concentração, aditivos aromáticos ou trecho de xarope com gordura, avaliar Viton. Silicone entra quando a temperatura de esterilização ultrapassa o limite do EPDM.

    Montagem

    • Confira se o anel está no fundo da canaleta antes de aproximar as faces — anel montado torto é a falha mais comum na RJT.
    • Aperte com chave gancho até o contato; a compressão correta do anel vem do encosto das faces, não da força na porca.
    • Ao desmontar após CIP quente, deixe esfriar antes de retirar o anel: a extração a quente rasga a superfície e encurta a vida.
    • Anéis de reposição devem ser do perfil RJT — anel DIN ou SMS não assenta na canaleta.

    RJT ou outro padrão?

    Se o equipamento já é RJT, a reposição e a ampliação seguem RJT. Em projeto novo, a união TC costuma vencer pela velocidade de desmontagem, e a DIN pela disponibilidade de peças. A comparação completa está na página de conexões sanitárias.

    Dados para especificar sem erro

    Para cotar uma união RJT sem retrabalho, o que a nossa engenharia precisa saber é:

    • Bitola nominal do trecho e, se possível, o diâmetro externo real do tubo.
    • Produto conduzido — em especial se há gordura, óleo, solvente ou ácido.
    • Temperatura de trabalho e temperatura do CIP ou da esterilização.
    • Se a linha recebe vapor e com que frequência.
    • Liga desejada: AISI 304 para utilidades e a maioria das linhas de processo; AISI 316 onde houver cloretos, salmoura ou produto mais agressivo.
    • Quantidade de pontos e se há necessidade de peças sobressalentes de vedação.

    Tem linha RJT em cervejaria ou envase? Envie bitola, produto e regime de CIP para a equipe técnica da LFC Inox em lfcinox.com.br/contato.

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