Conexão IDF
Porca Circular IDF
Macho Solda IDF
Niple Solda IDF
Macho Adaptador IDF
Niple Adaptador IDF

Conexão IDF

Conexão IDF é produzida em Aço Inox 304 ou 316. É utilizada na transferência e controle de líquidos em condições sanitárias nas indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, esses produtos são projetados e construídos de forma a não reter resíduos ou gerar contaminações nas linhas de processos.


Possui excelente resistência a corrosão e ainda recebe mais um trabalho de polimento tornando sua superfície de contato ainda mais lisa e higiênica.

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    Características

    Conexão IDF é fornecida em aço inox AISI 304 e 316, suas vedações são fornecidas em borracha grau alimentício nos padrões Buna-N, EPDM, Silicone e Viton.

    Nossa Conexão IDF atende os mais altos padrões e normas sanitárias específicas, devido ao seu emprego e utilização que requerer um alto grau de confiabilidade e higiene.

    *Tamanho disponível da Conexão IDF a partir de 1″ até 4″ outras medidas conforme projeto.

    *Imagens meramente ilustrativa.

    Engrenagem de inox para conduítes e conexões industriais, fabricada em aço inox de alta resistência, ideal para instalações resistentes à corrosão.

    União IDF (ISO 2853): o padrão dos laticínios

    IDF é a sigla da International Dairy Federation, que padronizou esta união para a indústria de leite; hoje ela é normalizada como ISO 2853. É rosqueada com porca circular ranhurada, como a SMS, e aparece no Brasil principalmente em equipamentos de laticínio e em máquinas de origem italiana e alemã construídas sob norma ISO.

    • Unidade macho — com canaleta para o anel de vedação.
    • Unidade fêmea — com a face de encosto.
    • Porca circular ranhurada — aperto com chave gancho.
    • Anel de vedação — perfil IDF, dimensões próprias.

    Fornecemos em AISI 304 e 316, de 3/4″ a 4″, e outras medidas conforme projeto.

    IDF e SMS: parecidas, não intercambiáveis

    As duas têm o mesmo conceito — porca ranhurada, anel em canaleta, uso em laticínio — e por isso são confundidas com frequência. Mas rosca, diâmetro da porca e perfil do anel são diferentes. A situação típica: a fábrica recebe uma máquina nova em IDF, tenta ligar com as uniões SMS que já tem no estoque e a peça “quase” encaixa. Quase não veda. A saída correta é um adaptador IDF × SMS usinado, não forçar a porca.

    Qual anel de vedação escolher

    Leite e derivados combinam gordura no produto com CIP agressivo — os dois lados da tabela ao mesmo tempo:

    Elastômero Faixa de trabalho típica Onde vai bem Onde falha
    Buna-N (NBR) −30 °C a +100 °C Gorduras e óleos vegetais e animais, produtos neutros, água Vapor e soda cáustica quente por tempo prolongado
    EPDM −40 °C a +140 °C CIP com soda e ácido, água quente, vapor, leite, cerveja e sucos Contato com gorduras e óleos — incha e perde a vedação
    Silicone (VMQ) −60 °C a +200 °C Temperatura alta, produtos neutros, aplicações que exigem atoxicidade Abrasão e rasgo — é o de menor resistência mecânica
    Viton (FKM) −20 °C a +200 °C Óleos, gorduras, solventes e ácidos concentrados Vapor e soda quente

    Em linha de leite integral, creme e manteiga, o EPDM sofre com a gordura; em linha de soro, água e CIP, ele é o melhor. Quando a mesma união vê os dois, Viton costuma ser a escolha que dura mais; Silicone entra em trechos de alta temperatura com produto neutro. Vale confirmar com a nossa equipe pelo produto e pela temperatura do CIP.

    Montagem

    • Anel assentado no fundo da canaleta antes de aproximar as faces.
    • Aperto com chave gancho até o encosto — a força além disso só extruda o anel.
    • Em laticínio, padronize a troca de anéis por número de ciclos de CIP, não por vazamento visível: a gordura endurece o elastômero antes de ele pingar.
    • Reposição sempre no perfil IDF; anel SMS ou DIN não assenta.

    Onde a IDF é a escolha certa

    Laticínios com equipamento de norma ISO, linhas que já estão em IDF e precisam de ampliação ou reposição, e projetos em que o fabricante do equipamento especifica ISO 2853. A comparação completa com DIN, SMS, RJT e TC está na página de conexões sanitárias.

    Dados para especificar sem erro

    Para cotar uma união IDF sem retrabalho, o que a nossa engenharia precisa saber é:

    • Bitola nominal do trecho e, se possível, o diâmetro externo real do tubo.
    • Produto conduzido — em especial se há gordura, óleo, solvente ou ácido.
    • Temperatura de trabalho e temperatura do CIP ou da esterilização.
    • Se a linha recebe vapor e com que frequência.
    • Liga desejada: AISI 304 para utilidades e a maioria das linhas de processo; AISI 316 onde houver cloretos, salmoura ou produto mais agressivo.
    • Quantidade de pontos e se há necessidade de peças sobressalentes de vedação.

    Precisa de união IDF ou de um adaptador para ligar equipamento ISO à sua linha? Envie bitola, produto e regime de CIP para a equipe técnica da LFC Inox em lfcinox.com.br/contato.

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