Anel de vedação em aço inoxidável, resistente à corrosão, ideal para aplicações industriais e pneumáticas.
A1. Anel em aço inoxidável com acabamento escovado, ideal para aplicações industriais e arquitetura.

Anel de Vedação RJT

Anel de Vedação RJT são aplicados em tampas de flanges, alojamentos de êmbolos e hastes de cilindros pneumáticos e hidráulicos, comandos pneumáticos e hidráulicos, tampas de válvulas, veda-rosca, etc. O Anel de Vedação pode ser usado como vedação dinâmica ou estática, estando as dinâmicas sujeitas a movimentos alternativos, rotativos ou a uma combinação de ambos.

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    Características

    O Anel de Vedação RJT é usados em conexões do tipo RJT para tubulações sanitárias padrão OD, utilizados também em alojamentos de êmbolos e hastes de cilindros pneumáticos e hidráulicos, comandos pneumáticos e hidráulicos, tampas de válvulas, veda-rosca, etc. Usados como vedação dinâmica ou estática, estando as dinâmicas sujeitas a movimentos alternativos, rotativos ou a uma combinação de ambos em processos produtivos de indústrias alimentícias, laticínios, bebidas, etc.

    Anel de Vedação RJT

    Anel de vedação RJT: o componente que define a vida da união

    Na união RJT, o inox faz a estrutura e o anel faz a vedação. É o único componente de desgaste do conjunto: tudo o que a linha sofre — CIP quente, produto com gordura, vácuo de sucção, abre-e-fecha — chega primeiro nele. Na RJT o anel trabalha comprimido dentro de uma canaleta — quando gasto ou endurecido, retém resíduo na fresta e vira ponto de contaminação entre lotes.

    Perfil próprio: não é um O-ring comum

    O anel RJT tem seção redonda e dimensão própria para a canaleta do macho RJT. Por isso o anel RJT não é intercambiável com os anéis dos outros padrões nem com O-ring de medida parecida: a peça até entra, mas não assenta, e o vazamento aparece sob vácuo ou no CIP quente, não no teste de bancada.

    Qual material escolher

    Fornecemos o anel RJT em borracha grau alimentício nos quatro elastômeros abaixo. A escolha se faz pelo produto conduzido e pelo regime de limpeza:

    Elastômero Faixa de trabalho típica Onde vai bem Onde falha
    Buna-N (NBR) −30 °C a +100 °C Gorduras e óleos vegetais e animais, produtos neutros, água Vapor e soda cáustica quente por tempo prolongado
    EPDM −40 °C a +140 °C CIP com soda e ácido, água quente, vapor, leite, cerveja e sucos Contato com gorduras e óleos — incha e perde a vedação
    Silicone (VMQ) −60 °C a +200 °C Temperatura alta, produtos neutros, aplicações que exigem atoxicidade Abrasão e rasgo — é o de menor resistência mecânica
    Viton (FKM) −20 °C a +200 °C Óleos, gorduras, solventes e ácidos concentrados Vapor e soda quente

    Regra prática: EPDM para CIP pesado sem gordura no produto; Buna-N onde há gordura e pouco CIP quente; Viton quando a mesma união vê gordura e CIP; Silicone para temperatura alta com produto neutro. Em dúvida, informe produto e temperatura do CIP e a nossa equipe indica.

    Quando trocar

    • Deformação permanente: anel que não recupera a altura depois de solto não volta para a linha — veda na pressão positiva, mas deixa entrar ar na sucção.
    • Endurecimento, trinca ou inchamento: sinal de material errado para o produto ou para o CIP.
    • Marca de extrusão (rebarba para dentro do tubo): aperto excessivo; troque o anel e reduza o aperto.
    • Padronize a troca por número de ciclos de CIP ou por parada programada, não por vazamento visível. Na RJT, deixe a união esfriar antes de extrair o anel após CIP quente: a extração a quente rasga a superfície.

    Como especificar

    • Padrão da união (RJT) e bitola nominal.
    • Elastômero desejado ou, se preferir, produto + temperatura do CIP para a nossa indicação.
    • Quantidade por ponto e reserva para as trocas programadas.

    Veja também a linha completa de anéis de vedação e as conexões sanitárias. Para cotar, fale com a equipe técnica da LFC Inox em lfcinox.com.br/contato.

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