Conexão DIN
Porca Circular DIN
Macho Solda DIN
Niple Solda DIN
Niple Adaptador DIN
Macho Adaptador DIN

Conexão DIN

Conexão DIN é produzida em Aço Inox 304 ou 316. É utilizada na transferência e controle de líquidos em condições sanitárias nas indústrias alimentícias, químicas e farmacêuticas, esses produtos são projetados e construídos de forma a não reter resíduos ou gerar contaminações nas linhas de processos.


Possui excelente resistência a corrosão e ainda recebe mais um trabalho de polimento tornando sua superfície de contato ainda mais lisa e higiênica.

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    Características

    Conexão DIN é fornecida em aço inox AISI 304 e 316, suas vedações são fornecidas em borracha grau alimentício nos padrões Buna-N, EPDM, Silicone e Viton.

    Nossa Conexão DIN atende os mais altos padrões e normas sanitárias específicas, devido ao seu emprego e utilização que requerer um alto grau de confiabilidade e higiene.

    *Tamanho disponível da Conexão DIN a partir de 3/4″ até 4″ outras medidas conforme projeto.

    *Imagens meramente ilustrativa.

    LFC Inox: componentes de conexão em aço inox, como união, macho solda, nipple solda, porca circular, anel de vedação, nipple adaptador e macho adaptador, ideais para reforçar sistemas hidráulicos e pneumáticos.

    União DIN 11851: como ela é formada

    A união DIN é o padrão mais difundido na indústria brasileira e serve de referência quando não há um equipamento estrangeiro ditando outro padrão. Ela é formada por três peças de aço inoxidável mais o elemento de vedação:

    • Unidade macho — soldada ou rosqueada na extremidade de um dos trechos, com o assento onde o anel se apoia.
    • Unidade fêmea — soldada no trecho oposto, com o ressalto que a porca puxa.
    • Porca circular rosqueada — aperta as duas metades uma contra a outra. Exige chave gancho: não é união de aperto manual.
    • Anel de vedação DIN — o único componente de desgaste do conjunto e o que define a compatibilidade com o produto.

    Fornecemos em AISI 304 e 316, de 3/4″ a 4″, e outras medidas conforme projeto. Vale um alerta prático: a DIN é dimensionada em DN (DN25, DN40, DN50), e a conversão para polegadas não é exata. Pedir “1 polegada” sem confirmar o diâmetro externo do tubo é a origem mais comum de peça que não encaixa.

    Qual anel de vedação escolher

    O inox resolve a estrutura; quem decide a vida útil da união é o elastômero. A escolha se faz pelo produto conduzido e pelo regime de limpeza, não pela temperatura sozinha:

    Elastômero Faixa de trabalho típica Onde vai bem Onde falha
    Buna-N (NBR) −30 °C a +100 °C Gorduras e óleos vegetais e animais, produtos neutros, água Vapor e soda cáustica quente por tempo prolongado
    EPDM −40 °C a +140 °C CIP com soda e ácido, água quente, vapor, leite, cerveja e sucos Contato com gorduras e óleos — incha e perde a vedação
    Silicone (VMQ) −60 °C a +200 °C Temperatura alta, produtos neutros, aplicações que exigem atoxicidade Abrasão e rasgo — é o de menor resistência mecânica
    Viton (FKM) −20 °C a +200 °C Óleos, gorduras, solventes e ácidos concentrados Vapor e soda quente

    O erro clássico em linha DIN é padronizar tudo em EPDM por causa do CIP e depois usar a mesma união em trecho com gordura. O anel incha, perde altura e passa a vazar sob vácuo. Havendo gordura no produto, a escolha é Buna-N ou Viton.

    Montagem e manutenção

    • Aperto com chave gancho até o contato firme. Apertar além disso extruda o anel para dentro do tubo e cria ponto de retenção de produto.
    • Anel fora do alojamento é falha invisível: a união parece fechada e entra ar pela sucção. Conferir o assentamento antes de apertar.
    • Anel reaproveitado depois de deformado não recupera altura. Em remontagem de CIP, troque em vez de reaproveitar.
    • Riscos radiais no assento do macho impedem a vedação uniforme — inspecione as faces sempre que desmontar.

    Quando a DIN não é a melhor escolha

    Em linhas higienizadas várias vezes ao dia, o tempo de desmontagem pesa mais que o custo da peça, e a união TC (Tri-Clamp), que abre com um grampo, sai na frente. Em skids com muitos pontos e pouco espaço, a SMS ocupa menos volume. A comparação completa entre DIN, SMS, RJT, TC e IDF está na página de conexões sanitárias.

    Dados para especificar sem erro

    Para cotar uma união DIN sem retrabalho, o que a nossa engenharia precisa saber é:

    • Bitola nominal do trecho e, se possível, o diâmetro externo real do tubo.
    • Produto conduzido — em especial se há gordura, óleo, solvente ou ácido.
    • Temperatura de trabalho e temperatura do CIP ou da esterilização.
    • Se a linha recebe vapor e com que frequência.
    • Liga desejada: AISI 304 para utilidades e a maioria das linhas de processo; AISI 316 onde houver cloretos, salmoura ou produto mais agressivo.
    • Quantidade de pontos e se há necessidade de peças sobressalentes de vedação.

    Precisa fechar a especificação da sua linha? Envie os dados para a equipe técnica da LFC Inox em lfcinox.com.br/contato e receba a recomendação de padrão, liga e vedação para a sua aplicação.

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